Vi isso aqui achei lindo de morrer e achei astrológico que os posts de hoje sejam assim na pegada antropologia + arte.

Porque nada mais existencial nas ciências humanas do que o ser humano e sua (des)integração com o meio ambiente. O quanto fica de você no mundo e o quanto do mundo fica em você?

A peruana Cecilia Paredes transformou o questionamento em poesia florida.

Literalmente (beijo, Elke!), arte na parede.